AQUI ESSA REGRA NÃO VALE.
Simplesmente, verdade o terror que vivem os pré-candidatos em meios aos surtos comportamentais de seus partidos. Quem diria, por exemplo, sobre o flerte vivido entre o Partido Verde (PV) e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS). É bem verdade que o dito popular sobre a quebra de regra tem peso dois nestes casos. O PPS de Celso General está mais para proporcional que propriamente dito, à majoritária. O DEM amargar seu ostracismo e decadência em meio ao desmantelamento capitaneado pelo próprio ex-líder dos Democratas. Em meio às incertezas e indefinições, a história parece está longe de um fim. E se essa panacéia não chega com o mesmo gosto amargo da discórdia ideologia-partidária, pelo menos, nos resta uma esperança de novas possibilidades, mesmo àquelas inviáveis, do ponto de vista natural do percurso.
Mas, como pode tudo às vésperas da eleição, parlamentar republicano vira presidente estadista brizolista da noite para o dia, massa comunista rachar com sua cúpula de apoio, Democrata deixar o berço esplêndido para se amparado no partido arquiinimigo, são as nuanças que compõem a figura eleitoral, e veja que não chegamos no pleito eleitoral ainda.
Mas, como pode tudo às vésperas da eleição, parlamentar republicano vira presidente estadista brizolista da noite para o dia, massa comunista rachar com sua cúpula de apoio, Democrata deixar o berço esplêndido para se amparado no partido arquiinimigo, são as nuanças que compõem a figura eleitoral, e veja que não chegamos no pleito eleitoral ainda.
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