segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

RETROSPECTIVA - TRAGÉDIA EM ANGRA


Em decreto publicado no Diário Oficial desta terça-feira, o governador Sérgio Cabral homologou o decreto do prefeito de angra dos reis, tuca jordão, que declarou o município em estado de calamidade pública em consequência das chuvas que castigaram a cidade do dia 30 de dezembro até o dia primeiro de janeiro. Também nesta terça, a cidade viveu mais um temporal, que, embora não tenha feito vítimas, destelhou diversas casas e deixou o Centro sem luz.
Na quarta-feira, Cabral vai a Brasília com o prefeito Tuca Jordão para uma audiência com o presidente Lula. O governo federal prometeu liberar r$ 80 milhões (sendo R$ 50 milhões para construção de casas e R$ 30 milhões para obras emergenciais) para Angra dos Reis, mas o prefeito disse que são necessários R$ 217 milhões, de acordo com Relatório de Avaliação de Danos (Avadan) para reconstruir a cidade. - Os R$ 80 milhões prometidos serão de fundamental importância para a situação de emergência, mas para reconstruir a cidade são necessários R$ 217 milhões. O município não tem este volume de recursos e precisa muito da ajuda do governo federal - explicou Tuca Jordão.
O decreto de Cabral refere-se apenas aos locais afetados pelo desastre em Angra. Antes de chegar ao presidente Lula, que terá que editar uma medida provisória para liberar os recursos, o estado de calamidade pública tem ainda que ser homologado também pelo Ministério da Integração Nacional. Em outro decreto nesta terça-feira, o governador homologou também o estado de emergência no município de Macaé.
Temporal atinge local de armazenamento das doações aos desabrigados
O temporal seguido de ventos fortes no final da tarde desta terça em Angra destelhou várias casas e prédios públicos em diversos pontos da cidade. A queda de árvores danificou a rede elétrica, deixando o Centro sem energia. A ventania também destelhou imóveis na Estrada do Contorno, Vila Velha, e Bonfim. Ninguém ficou ferido. Até o início da noite, a Defesa Civil não tinha registrado qualquer deslizamento de terra.
Um dos pontos atingidos foi o Colégio estadual Arthur Vargas, onde estão guardados todos os donativos recebidos da prefeitura para serem repassados às vítimas das chuvas que atingiram a cidade na virada do ano. Funcionários da Secretária municipal de Ação Social conseguiram evitar que os alimentos, roupas, calçados e colchões fossem danificados pelo temporal. Os donativos foram remanejados para as arquibancadas do ginásio esportivo da escola.
Segundo a Assessoria de Comunicação da prefeitura, houve ainda queda de árvores próximo ao Cais de Santa Luzia. Parte da cobertura do mercado municipal, também no Centro, foi levada pelo vento.
Nesta terça, também teve início o processo de remoção de mais 50 famílias que vivem em área de risco . Técnicos e assistentes sociais do município estiveram no Morro Santo Antonio para convencer os moradores a deixarem suas casas.
(o globo)

3 comentários:

  1. Sr. Jonathan , pode ser que eu esteja errada mas calamidade pública não mais é o caso de Angra nersdte momento. Claro que todo recurso que vier será bem vindo, nen que seja pelo pessoal da prefeitura que gosta muito de dinheiro fácil. Mas calamidade pública não tem mais. Esta tudo funcionando,com excessão da justiça, ou não?

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  2. Parabéns pelo trabalho que este blog vem realizando, aproveitamos para pedir ajuda na divulgação deste blog, http://angrazoia.blogspot.com/ por favor, e desde já agradecemos, Obrigado.

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  3. que coisa feia ver a vereadora vilma dos santos fazer campanha politica se aproveitando da tragédia dos outros..isto é uma VERGONHA!

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