Prezado Jonathan Stockler
Meu nome é Arlete, minha família por parte de mãe é toda de Angra dos Reis e Garatucaia e gostaria de poder contar com o seu apoio para resolver a situação criada sobre meus terrenos em Garatucaia.
Estou enviando um relato para o senhor e para os vereadores tomarem conhecimento do que realmente tem acontecido quanto a problemática do “campo de futebol em Garatucaia”.
Aqueles terrenos foram comprados por meu sogro há 17 anos atrás. Infelizmente, por uma fatalidade, meu sogro, minha sogra, meu companheiro, eu e minhas filhas sofremos um acidente quando voltávamos de Garatucaia para o Rio, aonde veio a falecer meu sogro, minha sogra e meu companheiro, sobrando daquele terrível acidente somente eu e as crianças. Desde então estamos numa luta para concluir o inventário. Esses terrenos têm valor sentimental, pois alguns de meus familiares vivem, viveu, e eu cresci indo para Garatucaia. Não queríamos vender os terrenos e sim construir um local que pudéssemos permanecer com nossas lembranças, mas, infelizmente, não estamos em condições de realizar nossos sonhos. Temos dívidas para pagar de imóveis no inventário e precisamos vender esses terrenos para poder ter condições de cobrir essas dívidas.
Coloquei em anexo um relato, que encaminhei também aos vereadores Marcos Aurélio Francisco Vargas, Leandro Correa da Silva, Jorge Eduardo de Brito Rabha, Maria do Carmo Aguiar (Lia) e para o prefeito Tuca Jordão, para os senhores entenderem melhor o problema e poder contar com a colaboração de todos.
Alguns e-mails estão retornando e gostaria de solicitar sua ajuda no intuito de fazer chegar às mãos dos Vereadores(as) e prefeito este relato.
Vendo sua última reportagem sobre nossos terrenos em Garatucaia, denominados de “campo de futebol”, onde o senhor faz entrevistas com alguns moradores que são a favor do campo de futebol, gostaria de salientar alguns aspectos sobre o assunto. Há algum tempo, os proprietários dos imóveis vizinhos ao terreno onde se encontra o campo, me fizeram várias reclamações contra a continuidade da utilização dos terrenos para o fim mencionado, devido aos incômodos provocados pela bagunça, com palavras de baixo calão dos jogadores, comum em jogos de futebol, e pelos prejuízos causados por bolas que caem em suas residências. Existe, também, um abaixo assinado com 65 assinaturas, registrado na prefeitura no processo n. 15749/04, de pessoas que são contra a continuidade da utilização dos terrenos como campo. Verifiquei que sua entrevista foi feita em frente à casa do Sr. Leonel e a maioria dos entrevistados tratava-se de parentes e amigos do mesmo. Acho que é hora de ouvir as pessoas que se sentem incomodadas também. Não somos contra a venda dos terrenos para a Prefeitura, para construção de campo de futebol, desde que seja através de valor de mercado imobiliário e a vista, tendo em razão nossa necessidade de dinheiro para quitar as dívidas já mencionadas. Cabe ressaltar que, conforme pode verificar em meu relato, existe uma área invadida um pouco acima da escola de Garatucaia, sendo utilizada como depósito de materiais de construção e também como fábrica de artefatos de cimento (tijolos, Lages, entre outros), que seria o melhor local para desapropriarem e construírem a quadra. Lá não teriam que desembolsar nada do dinheiro público, pois como falei, é área invadida e ninguém paga IPTU. Existe, também, uma outra área, na mesma quadra dos lotes em avaliação(lotes 1, 2 e 3), destinada a uma praça, do qual a Prefeitura está a par da situação.
Agradeço a atenção dispensada e gostaria de contar com a colaboração de todos e poder ter meu direito de cidadã, que paga seus impostos em dia, garantidos.
Atenciosamente,
Arlete Oliveira
Inventariante do Espólio de Maury da Cruz Freitas
Meu nome é Arlete, minha família por parte de mãe é toda de Angra dos Reis e Garatucaia e gostaria de poder contar com o seu apoio para resolver a situação criada sobre meus terrenos em Garatucaia.
Estou enviando um relato para o senhor e para os vereadores tomarem conhecimento do que realmente tem acontecido quanto a problemática do “campo de futebol em Garatucaia”.
Aqueles terrenos foram comprados por meu sogro há 17 anos atrás. Infelizmente, por uma fatalidade, meu sogro, minha sogra, meu companheiro, eu e minhas filhas sofremos um acidente quando voltávamos de Garatucaia para o Rio, aonde veio a falecer meu sogro, minha sogra e meu companheiro, sobrando daquele terrível acidente somente eu e as crianças. Desde então estamos numa luta para concluir o inventário. Esses terrenos têm valor sentimental, pois alguns de meus familiares vivem, viveu, e eu cresci indo para Garatucaia. Não queríamos vender os terrenos e sim construir um local que pudéssemos permanecer com nossas lembranças, mas, infelizmente, não estamos em condições de realizar nossos sonhos. Temos dívidas para pagar de imóveis no inventário e precisamos vender esses terrenos para poder ter condições de cobrir essas dívidas.
Coloquei em anexo um relato, que encaminhei também aos vereadores Marcos Aurélio Francisco Vargas, Leandro Correa da Silva, Jorge Eduardo de Brito Rabha, Maria do Carmo Aguiar (Lia) e para o prefeito Tuca Jordão, para os senhores entenderem melhor o problema e poder contar com a colaboração de todos.
Alguns e-mails estão retornando e gostaria de solicitar sua ajuda no intuito de fazer chegar às mãos dos Vereadores(as) e prefeito este relato.
Vendo sua última reportagem sobre nossos terrenos em Garatucaia, denominados de “campo de futebol”, onde o senhor faz entrevistas com alguns moradores que são a favor do campo de futebol, gostaria de salientar alguns aspectos sobre o assunto. Há algum tempo, os proprietários dos imóveis vizinhos ao terreno onde se encontra o campo, me fizeram várias reclamações contra a continuidade da utilização dos terrenos para o fim mencionado, devido aos incômodos provocados pela bagunça, com palavras de baixo calão dos jogadores, comum em jogos de futebol, e pelos prejuízos causados por bolas que caem em suas residências. Existe, também, um abaixo assinado com 65 assinaturas, registrado na prefeitura no processo n. 15749/04, de pessoas que são contra a continuidade da utilização dos terrenos como campo. Verifiquei que sua entrevista foi feita em frente à casa do Sr. Leonel e a maioria dos entrevistados tratava-se de parentes e amigos do mesmo. Acho que é hora de ouvir as pessoas que se sentem incomodadas também. Não somos contra a venda dos terrenos para a Prefeitura, para construção de campo de futebol, desde que seja através de valor de mercado imobiliário e a vista, tendo em razão nossa necessidade de dinheiro para quitar as dívidas já mencionadas. Cabe ressaltar que, conforme pode verificar em meu relato, existe uma área invadida um pouco acima da escola de Garatucaia, sendo utilizada como depósito de materiais de construção e também como fábrica de artefatos de cimento (tijolos, Lages, entre outros), que seria o melhor local para desapropriarem e construírem a quadra. Lá não teriam que desembolsar nada do dinheiro público, pois como falei, é área invadida e ninguém paga IPTU. Existe, também, uma outra área, na mesma quadra dos lotes em avaliação(lotes 1, 2 e 3), destinada a uma praça, do qual a Prefeitura está a par da situação.
Agradeço a atenção dispensada e gostaria de contar com a colaboração de todos e poder ter meu direito de cidadã, que paga seus impostos em dia, garantidos.
Atenciosamente,
Arlete Oliveira
Inventariante do Espólio de Maury da Cruz Freitas
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