quinta-feira, 29 de maio de 2008

O CASO DE DONA JORGINA

(foto para ilustrar)

O CASO DE DONA JORGINA É IGUAL A DE MUITOS ANGRENSES


É inexorável que a administração pública esteja às minguas no que tange a reestruturação urbanística. A gestão da política de governo adotada já provou ser ineficaz e retrógrada, quando o assunto é saneamento básico, geração de emprego e renda, educação, e pior, saúde. Vislumbramos apenas a boa performace no quesito receita orçamentária, que Angra dos Reis desfruta BEM, ''muito bom pra gente'', é verdade ter um orçamento invejável por outros municípios, haja vista, não termos ainda usurfruido dos royates de petroleo. Hoje, chegamos a quase 2 milhões por dia de receita arrecadada.
Mas, como culturizado nas raízes do sistema atual, vale mais os interesses políticos que certamente do povo, disso já sabemos. Porém, a grande estratégia do momento é negociar favoritismos com clientelismos, que somatizando tudo vira uma espécie de fisiologismo crônico.

CASO DE JORGINA...

Troca-se voto por interesses escusos, dim dim, grana, verdinha, sabe-se lá o que mais. Mas, nem sempre é assim. Esta semana uma mãe, dona Jorgina, recebeu uma visita de um grupo do governo com o objetivo de convencimento: votar em T.J. seria o mesmo que votar no F.J. Resistente a dona do lar, e insistente eles, proporam então uma troca: o voto pela garantia do emprego do marido, que é funcionário da prefeitura. Com medo, dona Jorgina topou e resolveu calar a boca.

Um comentário:

  1. Não é de se admirar o fato. O Ferrando Povão deve ter sido muito mimado e agora pensa que é um rei e não prefeito.

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