MARCO AURÉLIO VARGAS (DEM)
É BEM ACEITO ENTRE EVANGÉLICOS
DEMOCRACIA NÃO TEM LIMITES
ENTRE O JORNALISTA E PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO JOÃO CARLOS RABELLO (DEM) E A VEREADORA CONCEIÇÃO RABHA (PT), A DISPUTA ENTRE OS VOTOS DOS EVANGÉLICOS PODE ATÉ SER ACIRRADA, MAS É DEMOCRÁTICA. RABELLO SAIU ANTES DA PREGAÇÃO, CONCEIÇÃO FICOU ATÉ O FINAL. LADEADA PELO VEREADOR MARCO AURÉLIO VARGAS (DEM) QUE OUVIU DO PASTOR JOSIAS A GRATIDÃO PELA PRESENÇA. MARCO AURÉLIO FOI BEM ACEITO ENTRE O PÚBLICO EVANGÉLICO.
Como os bloggers vão salvar o jornalismo
ResponderExcluirsugado por aí na rede
Após preconizar a morte (ou a decadência) da mídia impressa (em especial os jornais), acadêmicos, bloggers e todo o tipo de especuladores se muniram de propostas e alternativas (não esquecendo das verbosidades inúteis) para traçar soluções ao eminente colapso. Nos EUA chegou a se falar em subsídios governamentais para a imprensa. Não é apenas a mídia impressa que está em xeque, mas acima de tudo o jornalismo legítimo e investigativo. Mas o papel não está morto ainda – assim como o argumento em seu favor – e os próprios bloggers (isto mesmo!) talvez liderem os esforços para a ressurreição do jornalismo.
O fato é que as pessoas continuam comprando jornais. Fato também, é que os jornais continuam fazendo dinheiro, embora de forma minguante ao passo das transformações de mercado. Isto infelizmente é sinônimos de demissões (como o recente caso da Time Inc.) e até fechamento de portas para algumas publicações.
Morte implica extinção, e penso ser melhor analisar este cenário através das lentes da evolução, ou seja, a mídia impressa, assim como o jornalismo, deve evoluir.
Um “brinquedinho” como o Kindle da Amazon, por exemplo, pode transformar profundamente a forma com que as pessoas têm acesso a palavra escrita. O dispositivo tem todos os argumentos em seu favor, desde a praticidade até o incomparável custo reduzido. É concebível, portanto, que ao invés de bancas, teremos estações de download pelas esquinas, talvez até integradas com parquímetros e máquinas de refrigerante. É só plugar, baixar a edição diária, pegar sua Coca-Cola e deixar que o telefone celular se encarregue do pagamento.
Mas isto obviamente não acontece ainda e é bem provável que leve ainda um bom tempo – se algum dia acontecer.
Assim como em qualquer outro negócio ou situação orgânica na natureza, a incapacidade de se adaptar é que conduz uma espécie à extinção. Neste caso em particular, as forças de mercado, os ambientes e tecnologias estão mudando mais rapidamente do que os hábitos da sociedade – e, ao que parece, mais rápido do que a sociedade gostaria.
Os românticos ainda existem – mesmo nesta geração. As pessoas ainda gostam do seu jornal ao sabor do café matinal; gostam de dobrar a edição e colocar em baixo do braço; ainda gostam do cheiro de um livro e do visual que produzem em uma estante.
Imagino eu, que em algum ponto do caminho, vão predominar os românticos new-age, que irão preferir irradiar com tecnologia a derrubar árvores e perpetuar velhos hábitos. Até lá, temos de nos contentar com um mercado em evolução.
As reais ameaças ao papel e ao jornalismo são estas: (1) saturação de mercado, a qual dilui não somente as audiências, mas os anunciantes; (2) altos custos; (3) Google; (4) bebês nascendo a todo o momento.
A questão, então, é como se adaptar. Alguns cortam pessoal, outros cortam despesas. Alguns desligam suas prensas e dão exclusividade ao meio digital. Alguns fazem uso das receitas online para manter vivo o papel, e vice-versa. Alguns, lamentavelmente estão deixando de lado sua forma investigativa e genuína de jornalismo. Outros se vendem a conglomerados, capazes de se adaptar de forma mais competitiva.
É uma grande confusão de problemas sendo preparados em uma batedeira. Mas existe uma distinção a ser feita: o jornal impresso está com os dias contados, mesmo que este período seja mais prolongado do que gostariam as empresas de Silicon Valley (Vale do Silício na Califórnia). No entanto, há esperança para o jornalismo verdadeiro. Ele apenas terá que aprender a evoluir em outros habitats – muito provavelmente na blogosfera.
A nossa política é outra: Amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a ti mesmo, sem esperar ser amado.
ResponderExcluirFico envergonhada, em assistir a falta de respeito desses "pretensos Prefeitos", para com as pessoas de nossa cidade, evangélicas ou não, falo não só como evangélica, que sou, mas principalmente como cidadã, não se deve confundir democracia com cara de pau, confio no povo evangélico que não vai se intimidar por quem não tem respeito por nossa fé, esse evento foi realizado para honra e glória do Senhor, não para oportunismo político. Se não crêem e nem seguem a palavra do Senhor, não deveriam nos ofender.
Assim como considero inaceitável o evento pouco “democrático”, promovido pela Pastoral da Mulher, dentro da Igreja Católica do Balneário, durante a quaresma, onde todos os palestrantes às mulheres, eram candidatos do PT, no mínimo não é ético e sem compromisso e respeito com a crença das pessoas.
Mauriza Bulhões
Tudo oportunista!!!!
ResponderExcluirmauriza é uma das maiores oportunistas.
ResponderExcluirPT na prefeitura mauriza levanta bandeira do pt e bota a familia toda pra levantar.
PMDB na prefeitura mauriza levanta bandeira do PMDB.
se algum outro partido ganhar mauriza com certeza estará se filiando e levantará a bandeira.
Olá anônimo, aqui é Mauriza.
ResponderExcluirA filiação partidária é um ato livre e democrático.
O PT é um grande partido, uma escola, por onde passei e aprendi muito, principalmente a ser partidária, agora escolhi o PMDB como partido, por ter consciência do meu compromisso em defender um projeto, que diminua as diferenças entre as pessoas, entre os que tem acesso à saúde e educação de qualidade, que tem a comida na mesa, acesso a moradia, a terra e aqueles que não tem acesso a nada, com objetivos de mudar de vez o rumo dessa história, retomando o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável, promovendo a construção de uma cidade mais participativa e igualitária. E por ser partidária, acredito que o PMDB, o maior partido do Brasil, é capaz de construir e conduzir um programa de governo, coletivo com a participação popular, que venha de fato beneficiar aqueles que desde sempre vem vendo excluídos.
Tenho esses propósitos em minha vida, não costumo desistir da luta, e se tiver que trocar de partido, levantar bandeira, subir morros, para alcançar esses propósitos, estamos aí, e convido os amigos a família, até voce, todos que querem uma cidade melhor à vir junto lutar por nossos ideais.
Quero dizer à que vim.
Não estou aqui para brincar de política, quero fazer a diferença e estou pronta para isso.
Conheço muito bem a minha cidade e a realidade do povo de Angra dos Reis, e é com essa gente que eu estou comprometida, até mesmo com você que ainda não tem coragem de assinar uma postagem, de repente, por não acreditar na Democracia que garante a livre expressão .
Deus abençoe a todos abundantemente.
MAURIZA BULHÕES
obs: é muito esquisito falar com anônimo.
esse anônimo que fala que a Mauriza é oportunista, é claro que todo políticio é oportunista até você aproveitou esta oportunidade pra portar não é? e aproveita todas a oportunidades que encontra e que irão te beneficiar, agora amigo quando se usa as oportunidades para usar em benefício de todos e não só de sí mesmo é outr coisa.
ResponderExcluirna políticva temos que ser partidário(a) a pessoa não é candidato por um partido que quer ser, mas sim aquele que te dá mais condições de você colocar em prática teus projetos,além do mais o PMDB ajudou e é parceiro do Lula lá..., você sabe disso? e se é para o bem comum não importa o partido e sim a pessoa e suas ações... em qualquer partido que esteja a Mauriza tem meu voto, se fosse no PT seria melhor mas não é, o PT não liga pra isso, não querem renovar, querem ficar os mesmos o tempo todo e aí fica difícil, abçs.
Parabéns Mauriza e boa sorte em sua caminhada, estamos contigo.
Robson Grimaldi Soares
(centro)