quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

CIRCULAR PROVOCA PÂNICO NA CIDADE

NOTA DE REPÚDIO:
É PRECISO HAVER LIMITES E SABER A FRONTEIRA ENTRE A ÉTICA E AÉTICA
Encontrei na manhã de segunda-feira, 15, de janeiro, uma circular com a seguinte intitulação: MANIPULAÇÃO NA ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR. Faço a seguinte análise sobre as informações inseridas em tal circular. Dos oito itens discriminados, alguns no mínimo atuam na ordem do foro íntimo, com denúncias, a princípio, levianas e maledicentes para a saúde da democracia e da moralidade.
Teço loas, críticas e elogios, quando assim encontro mérito, indiferentemente em que a linha seja oposicionista ou situacionista. O fato, é que tem no bojo da criticidade, aqui supracitado, a independência e a soberania do respeito. Coisa esta que não encontro na circular em minhas mãos. A sensação é de impunidade.
Vejo sob duas vertentes: A primeira, ao que cabe a denúncia de cunho judídico, merece apuração por parte das autoridades local. A segunda é extremamente de natureza pessoal, logo, cabe uma investigação com envergadura mais intimista para averiguar a procedência de onde haveria partido tal escrito apócrifo e calunialista.
Portanto, é preciso sim, haver uma investigação de ambos os lados para não se misturar denúncia com calúnia, tais terminologias tem, fatalmente neste caso, uma vista epstemológica certamente, errônea.